Foram seis anos Bizarros

No meio dos posts antigos, transferidos para o Sanktio Comix do Endominus, encontrava-se uma reflexão feita por altura da minha despedida do Bizarro, enquanto editor e autor.

Quando me “demiti” do cargo enviei uma carta aberta aos colaboradores explicando os motivos, o que serviu de base para o Pedro Mota realizar umas comparações no Jornal Notícias da Amadora entre o Bizarro e o projecto Aparte, do qual foi fundador e membro. Os links que eu tinha para os textos já não funcionam, pelo que não é possível ler na integras o seu conteúdo, mas existem duas citações que sobreviveram e continuam pertinentes.

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A Inconstância do aCalopsia

Desde a sua existência que o aCalopsia tem sofrido várias modificações a nível da sua apresentação gráfica.

As mudanças de design do aCalopsia não se têm limitado a ser uma questão estética, é também uma questão a nível de apresentação e destaque dos artigos publicados, para além de funcionalidade que permitem o site ter. Algumas detalhes são pormenores pequenos, sem relevância a curto prazo, outros são relevantes a longo prazo, e alguns são fundamentais para uma apresentação mais apelativa e eficaz dos conteúdos.

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Foi Bizarro: O segundo episódio do Ver BD

Emitido em 2007 pela RTP2, programa televisivo Ver BD é um documentário em cinco episódios, sobre a banda desenhada portuguesa que começou recentemente a ser disponibilizado online.

O segundo episódio, onde se aborda a história da BD portuguesa dos anos 60 até à (então) actualidade, apresentou uma surpresa bizarra. Eu não tinha visto o programa a quando da sua emissão em 2007 e fiquei realmente surpreso pela fugaz aparição do Bizarro nº7. Para além de eu ficar surpreso sempre que trabalho meus surgem mencionados, os fanzines foi algo só mencionado ao de leve, e com pouco tempo de antena, até nas capas que foram mostradas.

Obras em curso

Estou de momento a fazer uma reconfiguração completo deste site, para tornar a minha presença online mais consistente e não ficar menos dispersa.

Encerrei o Endominus e estou a adicionar alguns textos que foram publicados lá e em outros locais. Para além disso adicionei a função de portefólio para mostrar os projectos que tenho realizado a nível criativo, para além da BD. O Sanktio Comix vai passar a ter um conteúdo mais abrangente, servindo também como blogue pessoal com comentários fora do âmbito da BD.

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O aCalopsia Procura Colaboradores

O aCalopsia quando surgiu não tinha como objectivo ser um projecto de divulgação, um site generalista. A minha ideia original para o aCalopsia era fazer um blogue pessoal onde iria escrever sobre assuntos de BD que me interessavam, a escolha do nome a Calopsia esteve relacionado com esse facto: era uma maneira de dizer que era a minha visão – salientando que todas as pessoas têm, regra geral, a vista turva quando falam do que gostam – contudo o blogue acabou por se tornar num site enuma verdadeira aCalopsia.

Deixei-me levar, o aCalopsia passou de um blogue pessoal para uma espécie de site noticioso, dentro das contingências de um projecto que não é sustentável financeiramente.

Agora, o meu problema é que apesar de gostar do formato actual e da informação que se encontra por aqui, o meu tempo é limitado. Sendo este um projecto não remunerado, e não tendo eu qualquer ambição de ser jornalista, crítico ou “divulgador” de BD, as actualizações terão de passar a ser mais esporádicas.

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Unificador

Pouco importa a quantidade, a diferenças de qualquer maneira são mínimas. A televisão é o grande unificador dos nossos tempos, compreendida nos quatro cantos do mundo. A violência é a mesma, o descanso é o mesmo, as gargalhadas são as mesmas, qualquer que seja o país onde o programa é emitido.
– Jorge Moutinho in Blitz 26.08.1997

Nem todas as redacções são iguais

O Bizarro quando se transformou num site chegou a ter uma espécie de redacção, contudo era um bocado caótica e sempre sofreu de um mal: não existia um hierarquia bem definida. Parte do problema era derivado de, a partir de determinada altura, eu ter deixado de ser editor mas continuar a ser o editor.

Algo que não aconteceu por eu gostar de ingerir em responsabilidades alheias, simplesmente em certas alturas era preciso colocar as coisas a mexer, para que o projecto não parasse como veio a suceder assim que me desliguei de vez.

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